João Serra em retrato profissional

Inventário e organização patrimonial • Brasil

Organize a sucessão.
Proteja o patrimônio
da família.

Análise de herdeiros, bens, dívidas e documentos para definir, com clareza, a via adequada — judicial ou extrajudicial — e conduzir cada etapa da partilha.

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O inventário não começa pela divisão. Começa por um diagnóstico seguro.
01Herdeiros, cônjuge ou companheiro
02Bens, direitos e participações
03Dívidas, tributos e despesas
04Consenso, documentos e via adequada

Quando buscar orientação

A família precisa seguir. O patrimônio também.

Antes de escolher cartório ou Justiça, é preciso compreender a composição familiar, o patrimônio, as obrigações e o grau de consenso entre os interessados.

01

Imóvel ou bem ainda em nome de quem faleceu

A transferência, a venda ou a regularização permanece bloqueada.

02

Inventário atrasado ou nunca iniciado

O falecimento ocorreu há meses ou anos e a sucessão continua pendente.

03

Documentos, bens ou dívidas ainda incertos

A família não sabe exatamente o que integra o espólio ou por onde começar.

04

Consenso parcial ou divergência entre herdeiros

A partilha exige estratégia, comunicação e a via juridicamente adequada.

Judicial ou extrajudicial

A via correta reduz incertezas e evita retrabalho.

A escolha não depende apenas da pressa. Consenso, testamento, capacidade dos interessados, documentos, natureza dos bens e exigências locais precisam ser analisados em conjunto.

Via judicial

Quando o caso pede decisão e controle do juízo.

Pode ser necessária diante de conflito, necessidade de produção de prova, dificuldade relevante na partilha ou outra questão que exija apreciação judicial.

Via extrajudicial

Quando é possível organizar a sucessão em cartório.

Em casos que atendem aos requisitos legais e normativos, a escritura pública pode formalizar a partilha com assistência obrigatória de advogado.

Situações com testamento, menor ou incapaz não devem ser classificadas automaticamente: as regras atuais admitem solução extrajudicial em hipóteses específicas e com salvaguardas próprias.

João Serra trabalhando em análise jurídica

Método de trabalho

Organização antes do procedimento. Clareza em cada decisão.

01

Mapear a sucessão

Família, regime de bens, testamento, patrimônio, dívidas e objetivo dos interessados.

02

Definir estratégia e documentos

Via aplicável, tributos, certidões, avaliações, riscos e pontos que exigem solução.

03

Conduzir até a formalização

Acompanhamento da escritura ou do processo e orientação para registros e transferências posteriores.

Preparação da análise

Comece com as informações que já estiverem disponíveis.

Não é preciso reunir tudo antes do primeiro contato. O diagnóstico inicial ajuda a identificar documentos faltantes e prioridades.

01

Pessoas e vínculos

Certidões, documentos dos herdeiros e informações sobre casamento ou união estável.

02

Bens e direitos

Imóveis, veículos, contas, aplicações, quotas sociais e outros ativos.

03

Dívidas e despesas

Obrigações conhecidas, tributos, custos do espólio e compromissos pendentes.

04

Últimas disposições

Informações sobre testamento, doações, cessões ou partilhas anteriores.

A relação é orientativa. Documentos, tributos e providências variam conforme o estado, os bens e as particularidades da sucessão.

Atuação jurídica

Eficiência para organizar. Segurança para conduzir.

O inventário reúne patrimônio, relações familiares e decisões que terão efeitos duradouros. O atendimento transforma essas informações em um plano compreensível, com riscos, custos e próximos passos apresentados de forma objetiva.

  • João Silvester Serra de OliveiraAdvogado
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  • Ilhéus • Salvador • BoipebaAtendimento presencial
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Dúvidas frequentes

Informação antes da decisão.

Respostas iniciais ajudam a organizar o caso, mas não substituem a análise individual da sucessão.

Todo inventário precisa ir para a Justiça?

Não. A via extrajudicial pode ser possível quando os requisitos legais e normativos são atendidos. A escolha depende do grau de consenso, dos interessados, da documentação, do testamento e das questões que precisam ser resolvidas.

Há menor ou incapaz. O inventário precisa ser judicial?

Não necessariamente. As normas atuais admitem inventário extrajudicial em hipóteses específicas, com preservação do quinhão, manifestação favorável do Ministério Público e outras cautelas. A viabilidade deve ser verificada no caso concreto.

O prazo para iniciar já passou. Ainda é possível fazer?

Sim. O Código de Processo Civil prevê a instauração em dois meses a partir do falecimento, mas o inventário pode ser aberto depois. Tributos, multas e procedimentos variam conforme o estado e precisam ser conferidos.

O atendimento pode ser feito à distância?

Grande parte da análise, da organização documental e do acompanhamento pode ocorrer online. Atos em cartório, foro competente, tributos e providências locais dependem do estado e das características do caso.

Preciso ter todos os documentos antes do contato?

Não. O primeiro levantamento serve justamente para compreender o que já existe, o que precisa ser obtido e qual é a ordem mais eficiente das providências.

Próximo passo

Conte quem são os herdeiros e quais bens precisam ser organizados.

A análise inicial permite identificar a via possível, os documentos prioritários e as questões que precisam ser resolvidas antes da partilha.

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